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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

SAS tranferindo aviões para a Allegiant

A sueca SAS assinou um acordo com a Sunrise Asset Management para vender 13 aeronaves compreendendo McDonnell Douglas MD82, MD83 e MD87, mais doze turbinas para a americana Allegiant Air. A entrega total das aeronaves deve estar concluida até fevereiro de 2013.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Acionistas da TAM aprovam valor da relação de troca de ações com a LAN

Em assembleia realizada nesta terça-feira (3), os acionistas da TAM S.A. escolheram o laudo do Banco Bradesco BBI S.A. que indica o valor da companhia e o da LAN Airlines S.A. como base na definição da relação de troca de ações entre as duas empresas. Com essa escolha, os acionistas aceitaram a relação de troca de 0,9 ação da LAN para cada papel da TAM na oferta pública de permuta de ações que será realizada. A decisão foi unânime, e estiveram representados 14,95% dos papéis em circulação da TAM. Essa é uma etapa importante no processo de fusão entre as duas empresas, que resultará na criação do LATAM Airlines Group. As companhias esperam concluir a formação da nova holding até o fim do primeiro trimestre de 2012.

Emirates expande na América do Sul com o Rio de Janeiro e B.Aires

A partir de hoje, a Emirates Airline estende sua rede na América do Sul, unindo Dubai ao Rio de Janeiro e a Buenos Aires.

O voo inaugural EK 247 fez hoje, às 15h37, seu primeiro pouso no Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim, no Rio de Janeiro, onde foi recebido com uma saudação tradicional com canhões de água. Em seguida, o avião partiu para seu primeiro desembarque em Buenos Aires, onde autoridades do governo, entre eles o ministro argentino de turismo, Enrique Meyer, recepcionaram a delegação da Emirates liderada por Thierry Antinori, vice-presidente executivo mundial de Vendas.

Outros membros da delegação VIP a bordo incluem o embaixador da Argentina nos Emirados Árabes Unidos, Ruben E. Caro, e o diretor de Negócios para as Américas do Ministério das Relações Exteriores dos Emirados Árabes Unidos, Abdulla Ali Attiq Al Saboosi. Além dos executivos da Emirates: Nabil Sultan, vice-presidente sênior da Divisão de Otimização de Receita e Distribuição; Adnan Kazim, vice-presidente sênior da Divisão de Planejamento e Pesquisa; e Nigel Page, vice-presidente sênior de Operações Comerciais para as Américas.

“A nova rota para as duas das maiores economias da América do Sul não só vai reforçar os laços comerciais com os Emirados Árabes Unidos, mas também dará aos viajantes a oportunidade de voar pela extensa malha aérea da Emirates", disse Thierry Antinori, vice-presidente executivo mundial de Vendas. "A Emirates vai oferecer aos clientes no Brasil e na Argentina o serviço mais rápido, eficiente e confortável para o Oriente Médio e Extremo Oriente, incluindo China e Japão, importantes parceiros comerciais para ambos os países," acrescentou Antinori.

A bordo de um Boeing 777-300ER, com 8 suítes privadas na primeira classe, 42 assentos reclináveis na classe executiva e 304 assentos na classe econômica, o voo EK 247 parte de Dubai diariamente às 07h05 e chega ao Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim, no Rio de Janeiro, às 15h37. Ele decola do Rio às 17h23, pousando no Aeroporto Internacional Ministro Pistarini, Buenos Aires (Ezeiza), em Buenos Aires, às 19:30. De lá, o voo EK 248 sai às 21h30, chegando ao Rio de Janeiro à 01h23 do dia seguinte. A aeronave parte do Rio às 03h10, desembarcando em Dubai às 22h53.

A Emirates tem uma frota de 168 aeronaves e é a maior operadora do mundo do Airbus A380 e do Boeing 777. Com um pedido recorde de 50 novos aviões Boeing 777-300ER, a companhia tem agora 237 aeronaves sob encomenda, no valor de US$ 84 bilhões.

Com a rota para Rio de Janeiro e Buenos Aires em curso, a Emirates agora voa para 118 destinos. Durante os próximos dois meses, a empresa vai lançar mais cinco destinos: Dublin, Lusaka, Harare, Seattle e Dallas.

Azul inicia venda para novo voo entre B.Horizonte e Uberaba

A Azul Linhas Aéreas Brasileiras iniciou a venda de passagens para novo voo entre Belo Horizonte / Confins e Uberaba. As operações terão inicio em 15 de fevereiro e as passagens já estão disponíveis em todos os canais de venda da companhia. Os voos serão feitos com ATR 72.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Aeroflot promove mudanças

A Aeroflot destinará aeronaves Airbus A320 e Sukhoi Superjet 100 para suas subsidiárias regionais como parte de seu programa de modernização.

SkyWork com nova rota

A suiça SkyWork Airlines iniciou dois voos semanais entre Berna e Budapeste com Dornier 328, para 31 passageiros.

TRIP realizou mais um voo internacional

Aconteceu no dia 31 de dezembro o segundo voo fretado internacional da TRIP Linhas Aéreas. A TRIP, em parceria com a agência de turismo Paradise, levou os passageiros de Manaus (AM) para St. Maarten. A decolagem ocorreu às 13h40, horário local e o voo de volta será realizado no dia 7 de Janeiro. O primeiro voo internacional da companhia aconteceu em 25 de dezembro com saída da capital amazonense e destino a outra ilha caribenha, Aruba.

Azul pede autorização para operar em Montes Claros

A Azul Linhas Aéreas Brasileiras pediu autorização à ANAC para operar em Montes Claros (MG). A companhia ligará a cidade à capital mineira, com três frequências diárias. A partir de Belo Horizonte (Confins), a Azul também solicitou Hotran para operar duas frequências diárias para Ribeirão Preto (SP). As operações da Azul no estado mineiro já atendem 3 cidades: Belo Horizonte, Uberaba e Juiz de Fora (Zona da Mata). Montes Claros e Ipatinga, aguardam aprovação e devem ser os próximos destinos da aérea em Minas Gerais.Em Montes Claros a empresa deve operar com aeronave ATR 72 a partir de 15 de março.

domingo, 1 de janeiro de 2012

Luxair encomendou o Dash 8-Q400

A Luxair, de Luxemburgo, encomendou quatro Bombardier Dash 8-Q400. Há ainda opções para mais quatro aeronaves do mesmo tipo.

LOT receberá Dreamliner mais tarde

A polonesa LOT, que seria a primeira empresa da Europa a receber o Boeing 787 Dreamliner, na primavera deste ano, deve receber a nova aeronave somente em 2013.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Entrevista Atagun Kutluyuksel


Atagun Kutluyuksel nasceu na Istambul, na Turquia, em 12 de novembro de 1968, e estudou na Marmara University, onde cursou Administração de Empresas. Começou a carreira profissional na Arcelik Company, empresa líder na Turquia em eletrodomésticos. Depois, ingressou na Turkish Airlines, primeiro como responsável por acordos internacionais. Em 1998, levou a companhia para a Macedônia, tornando-se o diretor local. Daí em diante trabalhou em diferentes países para a Turkish Airlines, Austrália entre 1999 e 2001, Israel, de 2002 a 2008, e neste meio tempo cuidou também do começo das operações na Etiópia (2005/2007). Desde 2009, ele está no Brasil, como diretor para o Brasil e América do Sul. Suas atribuições incluem toda a estruturação comercial, administrativa e financeira da companhia no país, assim como a divulgação da companhia aérea e do destino Turquia para o mercado local. A Turkish Airlines começou a operar no Brasil há pouco mais de um ano. Kutluyuksel é casado e tem uma filha.

Qual o balanço das operações no Brasil desde o inicio das atividades?

Começamos com dois voos na semana, via Dakar, depois passamos para três voos semanais. Como a desempenho dos voos estava muito bom, solicitamos o quarto voo semanal e substituímos o Airbus A340-300 pelo Boeing 777-200, aumentando a oferta de assentos. Com isso, tivemos um incremento de 56% na oferta. No início iniciamos os voos com o A340 porque não havia outra aeronave disponível naquele momento e com a mudança do equipamento eliminamos a escala em Dakar e viabilizamos a rota São Paulo – Istambul, em voos diretos. Atualmente o 777 está configurado em três classes: A Business Class que tem 28 assentos, a Comfort Class com 63 assentos e a Econômica com 246 assentos.

Como estão os planos para incremento de frequências?

No momento o único plano é termos voos diários para São Paulo, antes da Copa de 2014.

Como está o aproveitamento dos voos para o Brasil?

Em 2010 fechamos com 85% de ocupação, devido à nossa política tarifária, promoção da Turquia como destino. Além de ser uma opção de conexão para viagens com destino a países próximos, como Grécia, Síria, Líbano, Jordânia e Israel, tendo a Turkish sido inclusive considerada uma das melhores empresas aéreas para estes destinos.

Como tem sido o transporte de cargas?

Satisfatório, transportando todos os tipos de cargas, mas, principalmente produtos automotivos como peças de reposição, produtos têxteis e também perecíveis, como alimentos. Além do mais há diversos tipos de carga indo e vindo do Extremo oriente. A Turkish sempre é muito procurada para carga aérea inclusive devido à sua grande capilaridade nas rotas, servindo muitos destinos na Ásia, Europa e África. A empresa tem inclusive aviões cargueiros puros como o A310 e o A330, além de utilizar a capacidade dos porões das aeronaves de passageiros.

Qual a proporção de passageiros partindo do Brasil que tem como destino Istambul, e quais estão usando a Turquia como portal de entrada para Europa e para outros destinos?

Aproximadamente 70 % dos passageiros ficam na Turquia e depois seguem para outros destinos próximos e cerca de 30 % usam Istambul para conexões. Nos nossos primeiros contatos no Brasil o turista brasileiro em geral não conhecia a Turquia como um destino turístico. Por exemplo, a Capadócia era lembrada apenas como um local histórico e que não mais existia. Nós fizemos um trabalho de promoção da Turquia e hoje a Capadócia é o segundo destino mais procurado por brasileiros após Istambul. A Turquia oferece opções que agradam o brasileiro como um todo, como por exemplo, entretenimento, gastronomia, compras e história. Também após a abertura dos voos, aumentou o intercâmbio de negócios e de cultura entre os dois países, proporcionando incremento significativo das relações. Fora a Turquia, o passageiro também tem utilizado a Turkish como opção para voos com destino ao Extremo Oriente, onde também estamos ampliando nossos serviços.

Qual o motivo da mudança de equipamento na rota para o Brasil? Incremento de oferta ou um upgrade nos serviços?

A mudança se deve à política da empresa frente à encomenda de aeronaves Boeing 777. O modelo é mais apropriado para os atuais planos da companhia, permitindo maior flexibilidade na abertura de rotas longas, como para China, Austrália e Brasil.

A Turkish pretende estender a rota do Brasil para outros países sul americanos, como fazem inúmeras empresas aéreas?

Deveremos iniciar os voos para Buenos Aires até o final deste ano, ou no início do próximo ano. Esses voos podem ser iniciados como prolongamento da rota de São Paulo, porém, devido as nossas encomendas de aeronaves Boeing e Airbus, podemos iniciar inclusive voos diretos, o que seria preferível.

Existem tripulantes que falam português voando na Turkish?

Apenas alguns falam português. A maior parte dos tripulantes fala, além de turco, algum dos idiomas mais usuais como inglês, alemão, francês ou espanhol.

Quanto representa o mercado brasileiro para a Turkish?

A rota, por ser muito recente, será lucrativa a partir deste ano, sendo que os dois primeiros anos foram de investimentos e promoções na introdução da empresa no país.

Há parceria da Turkish com alguma empresa aérea brasileira ?

Apenas com a TAM, devido ao fato de ser membro da Star Alliance, no entanto não temos nenhum um acordo de codeshare.

Qual sua opinião sobre os aeroportos brasileiros?

Eles deveriam ser modernizados face aos dois grandes eventos que se aproximam.