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segunda-feira, 20 de novembro de 2017

PostHeaderIcon Novo Ford EcoSport: como funciona a grade com controle ativo



A Ford introduziu no Novo EcoSport tecnologias que refinam o desempenho do utilitário esportivo e o motorista sente ao dirigir, mas nem todos conhecem por serem inéditas na categoria. A grade dianteira com controle ativo é uma delas. Disponível em todas as versões da linha, esse recurso avançado melhora a eficiência aerodinâmica e aumenta a economia de combustível do veículo.



A grade com controle ativo tem a capacidade de mudar de configuração, abrindo ou fechando automaticamente suas aletas em função de três parâmetros: a velocidade do veículo, a temperatura da água de arrefecimento do motor e a temperatura da cabine. Essas variáveis são combinadas por meio de algoritmos, que comandam o movimento da grade por um sistema eletromecânico.  Na partida, a grade permanece fechada para diminuir o tempo de aquecimento do motor. Quando o motor atinge a temperatura ideal, a passagem do ar é aberta para sua refrigeração. Em alta velocidade, a grade volta a se fechar para reduzir a turbulência de ar e o arrasto aerodinâmico.

“Tecnicamente, a grade com controle ativo faz com que o fluxo de ar em alta velocidade tenha um escoamento laminar, ou seja, suba e passe por cima da carroceria sem turbulência, diminuindo a resistência”, explica André Oliveira, chefe de Engenharia Veicular da Ford.

Esse recurso exclusivo equipa tanto as versões com motor 1.5 Flex, de 137 cv, como as 2.0, de 176 cv, e contribui para o Novo EcoSport ser o SUV compacto com a melhor aerodinâmica da categoria (coeficiente de 0,35 Cx). Além de aumentar em cerca de 1% a economia de combustível, a grade com controle ativo melhora a eficiência do sistema de climatização.

A carroceria do Novo EcoSport teve o seu design refinado também em outros detalhes, como os retrovisores e antena, além da melhoria dos defletores de ar já existentes e do formato da nova frente, que foi bastante otimizada para reduzir a resistência à passagem do ar. Todos esses avanços são resultado de um extenso projeto aerodinâmico que envolveu 1 milhão de horas de fluidodinâmica computacional e 260 horas de desenvolvimento em túnel de vento.

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