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terça-feira, 17 de março de 2020

PostHeaderIcon Cabo Verde Airlines - Declaração sobre reflexos do Covid-19

As circunstâncias sem precedentes desencadeadas pelo surto do novo Coronavírus, Covid-19, representam uma ameaça existencial não apenas para a indústria da aviação e do turismo, mas de maneira geral para a economia e para a conectividade social.

Em consequência do alastramento progressivo da pandemia do Coronavírus Covid-19 a mais de 150 países, a maioria destes países já impuseram proibições temporárias de viagens, obrigando as companhias aéreas a suspenderem as suas atividades.

A Cabo Verde Airlines informa que, face à situação referida, e tendo em conta a ação do Governo de Cabo Verde de encerrar as fronteiras do país, irá suspender temporariamente todas as suas atividades de transporte a partir de 18-03-2020 por um período de, pelo menos, 30 dias.

O Governo de Cabo Verde interditou voos para Itália no final de fevereiro, levando a companhia a suspender os voos para Roma e Milão. O Governo decidiu, ainda, a partir de dia 18 de março, interditar todas as ligações aéreas com Portugal e todos os países europeus assinalados com Covid-19, bem como para os Estados Unidos da América, Brasil, Senegal e Nigéria.

Recentemente, a Cabo Verde Airlines já tinha suspendido voos para Washington, D. C. (EUA), Porto Alegre (Brasil) e Lagos (Nigéria), cancelando agora as rotas de Boston (EUA), Lisboa (Portugal), Paris (França), Dakar (Senegal), Fortaleza e Recife (Brasil).

A Cabo Verde Airlines está a registar um número elevado de pedidos de informação dos seus clientes e assegura que está a fazer tudo para dar resposta a todos os passageiros.

A Cabo Verde Airlines lamenta o inconveniente causado a todos os passageiros e assegura a todos os passageiros e staff que a segurança de todos continuará a ser a principal preocupação da companhia.

A companhia continua em conversações com os principais acionistas e autoridades locais para avaliar se é necessário manter voos especiais, humanitários, de repatriação ou carga, de forma a garantir que o arquipélago não fique isolado e que os bens essenciais, como medicamentos, podem ser fornecidos.

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