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sexta-feira, 7 de setembro de 2018

PostHeaderIcon Aerolíneas Argentinas investirá em melhorias de seus hangares

A Aerolíneas Argentinas coloca em andamento novas obras em seus hangares por US$ 30 milhões. Somam-se a investimentos em infraestrutura, este ano, por outros US$ 32 milhões. A companhia aérea amplia seus investimentos em segurança e manutenção. Um total de US$ 15 milhões serão destinados a instalação de sistemas contra incêndio nos hangares de Ezeiza. E um valor similar será dedicado a montagem dos hangares desse mesmo aeroporto e de Aeroparque da Cidade de Buenos Aires.

Estas obras somarão às que já estão em andamento para a modernização e ampliação da infraestrutura existente em diversos aeroportos do país: Bariloche, Córdoba, Chapelco, Iguazú, Mendoza, Tucumán, Comodoro Rivadavia, Resistencia e La Rioja, entre outros. De maneira complementar, o plano inclui a aquisição de equipamento para tarefas de rampa, como assim também um forte investimento em sistemas. Esses investimentos, que foram aprovados como parte do orçamento 2018, somam-se US$ 32 milhões.

A companhia já tem feito investimentos importantes na infraestrutura de hangares. Este ano inaugurou-se o Hangar 5, o maior da empresa, em Ezeiza, onde realiza-se a manutenção dos aviões maiores da frota. E investiu-se US$ 2,4 milhões para a instalação de fibra ótica e redes Wi Fi nesses mesmos espaços de trabalho.

Os fundos necessários para levar adiante este ambicioso plano de investimentos decorre das contribuições do Estado Nacional, como assim também da venda de ativos não operativos da companhia. Por exemplo, os seis andares de escritórios que a empresa possui em uma torre da Rua Bouchard, no centro da Cidade de Buenos Aires. Esses imóveis estão taxados em US$ 15 milhões e serão leiloados em setembro.

Como fonte de financiamento adicional, se avalia levar a cabo uma operação denominada Sale and Lease Back com os dois aviões próprios que integram a frota B737 - 700. Na prática, esta modalidade implica sua venda e imediato aluguel, pelo qual seguirão em operação até que sejam desprogramados de maneira definitiva, o qual está previsto para os meses de maio e junho de 2021. Uma vez que esse prazo foi cumprido, estas aeronaves serão trocadas por B737 - MAX8. Estima-se que a venda dessas duas aeronaves poderia reportar rendas adicionais por volta de U$S 32 milhões.

Por último, se levará a cabo a venda de 50.000 ítens de reposição desprogramados por um valor próximo a U$S3 milhões.

Estas determinações formam parte de um caminho iniciado há dois anos e meio, através do qual conseguiu-se reduzir custos por meio de renegociação de contratos, um sistema de compras mais transparente, e a otimização dos recursos disponíveis. A ele somam-se os fortes investimentos realizados nesse período, cujo objetivo tem sido que a empresa possa competir em um mercado cada vez mais complexo. Entre as mais importantes encontram-se: a incorporação de 24 aviões (4 Airbus 330 -200, 4 Embraer 190, 11 Boeing 737–800 e 5 Boeing 737 MAX8); o plano de digitalização da companhia, que nos últimos dois anos acumula investimentos por mais de US$ 10 milhões, que está incluso a montagem de um novo data center, a aquisição de novos equipamentos centrais de processamento de dados, e a colocação de 10 km de fibra ótica, entre outros.

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