A entrega marca uma nova fase das operações da Azul, em um momento em que a Companhia está mais forte e sólida. As aeronaves serão empregadas em rotas de longa distância, ampliando a capacidade da companhia em voos intercontinentais entre o Brasil e a Europa, além de outros mercados internacionais, como os Estados Unidos. A primeira aeronave terá a matrícula PR-ANU.
A iniciativa reforça a estratégia de crescimento sustentável da companhia e seu contínuo plano de renovação e modernização de frota, com foco em eficiência operacional e na manutenção de uma das frotas mais jovens do mercado.
“Essas aeronaves representam um novo capítulo para a Azul, refletindo não apenas a força financeira da companhia, mas também nossa visão de longo prazo e compromisso com um crescimento sustentável e consistente. Além disso, ampliam nossa capacidade de conectar o Brasil a destinos globais com maior eficiência, confiabilidade e conforto para os clientes”, afirma Raphael Linares, Vice-presidente Jurídico e de Frota da Azul.
“Estamos entusiasmados que a Azul continue selecionando o Airbus A330-900 como a espinha dorsal de sua frota de longa distância. Desde o recebimento do primeiro A330neo das Américas, em 2019, essa aeronave altamente eficiente tem se mostrado um verdadeiro destaque nas operações da Azul, proporcionando excelente desempenho econômico, redução no consumo de combustível e total comunalidade com a frota existente”, afirma Arturo Barreira, Presidente da Airbus para a América Latina e o Caribe.
Considerado o avião mais eficiente de sua categoria, o A330neo foi projetado para consumir até 14% menos combustível por assento, reforçando o compromisso da Companhia com a eficiência operacional e a redução das emissões de CO2. O modelo que será operado pela Azul conta com 298 assentos, sendo 34 na Azul Business, 96 na Economy Extra e 168 na Economy.
“Com a entrada em operação das novas aeronaves widebody, a Azul amplia sua presença em mercados internacionais estratégicos e fortalece sua malha de longa distância. A chegada gradual das demais aeronaves permitirá à companhia adicionar destinos, otimizar custos e acompanhar o crescimento da demanda”, conclui Raphael Linares.
(Fotos: Guilherme Eiji Tsuji)





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