A LABACE 2026 encerrou sua 21ª edição consolidando o melhor momento da aviação de negócios brasileira. Realizada entre os dias 4 e 6 de agosto, no Aeroporto Campo de Marte, em São Paulo, a maior feira de aviação de negócios da América Latina recebeu 17.200 visitantes, um crescimento de 23% em relação aos 14 mil registrados em 2025. O evento também movimentou algo em torno de US$ 200 milhões em negócios (números ainda não fechados), reforçando seu papel como principal plataforma de relacionamento e geração de oportunidades para fabricantes, operadores, empresas de manutenção, prestadores de serviços, fornecedores de tecnologia e toda a cadeia da aviação de negócios.
Os resultados refletem o excelente momento vivido pelo setor no Brasil. Durante a feira, a ABAG (Associação Brasileira de Aviação Geral) apresentou dados que mostram crescimento na movimentação da aviação de negócios no primeiro semestre de 2026, com expectativa de o país superar 1,2 milhão de pousos e decolagens até o fim do ano. A frota nacional também segue em expansão e já soma 11.362 aeronaves, reflexo de uma média de incorporação de cerca de 650 novas aeronaves por ano nos últimos três anos e meio.
Para o CEO da ABAG, Flávio Pires, os resultados da LABACE confirmam que a aviação de negócios brasileira entrou em uma nova fase de desenvolvimento, impulsionando investimentos em toda a cadeia produtiva.
"O crescimento da movimentação, da frota e agora também da LABACE demonstra o amadurecimento da aviação de negócios no Brasil. Hoje, não estamos falando apenas da venda de aeronaves. Toda a cadeia cresce junto. A expansão do setor impulsiona investimentos em manutenção, peças, hangares, aeroportos privados, condomínios aeronáuticos, treinamento, serviços especializados e diversos outros segmentos que dão suporte à operação. É um ciclo virtuoso que fortalece todo o ecossistema da aviação de negócios", afirma Flávio Pires.
O interesse do mercado na continuidade desse crescimento já começou a se refletir na próxima edição da feira. Ainda durante a LABACE 2026, diversas empresas iniciaram a reserva de áreas para exposição em 2027, sinalizando a confiança do setor na continuidade da expansão do mercado brasileiro de aviação de negócios.
A organização já definiu a data da próxima edição. A LABACE 2027 será realizada entre os dias 3 e 5 de agosto, novamente no Aeroporto Campo de Marte, em São Paulo.
Ao longo de três dias, a LABACE reuniu os principais fabricantes de aeronaves do mundo, operadores aéreos, oficinas de manutenção, empresas de infraestrutura aeroportuária, prestadores de serviços, fornecedores de tecnologia, investidores e profissionais da indústria, consolidando-se como o principal ambiente de geração de negócios e networking da aviação de negócios na América Latina.
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quarta-feira, 12 de agosto de 2026
sexta-feira, 7 de agosto de 2026
Aviação de negócios acelera em 2026: movimentação cresce e Brasil deve superar 1,2 milhão de pousos e decolagens
A aviação de negócios brasileira vive o seu momento de maior expansão desde a pandemia. Durante coletiva de imprensa realizada na LABACE 2026, o CEO da ABAG (Associação Brasileira de Aviação Geral), Flávio Pires, apresentou números que confirmam o forte ritmo de crescimento do setor no país.
No primeiro semestre de 2026, a movimentação de aeronaves da aviação de negócios — considerando pousos e decolagens — cresceu 33%, o maior avanço registrado desde o período da pandemia, quando a redução das operações comerciais impulsionou a utilização da aviação geral.
A expectativa é que o segmento encerre o ano com aproximadamente 1,2 milhão de pousos e decolagens, superando o resultado de 2025, quando foram registrados 1,1 milhão de movimentos.
Outro indicador que reforça a expansão é o crescimento contínuo da frota nacional. Segundo Flávio Pires, o Brasil incorpora, em média, 650 aeronaves por ano à aviação de negócios há três anos e meio. Atualmente, o país possui uma frota de 11.362 aeronaves.
Para o CEO da ABAG, os números mostram que o mercado brasileiro entrou em uma nova fase de desenvolvimento.
"O crescimento da movimentação e da frota demonstra um amadurecimento da aviação de negócios no Brasil. Hoje, não estamos falando apenas da venda de aeronaves. Toda a cadeia cresce junto. A expansão do setor impulsiona investimentos em manutenção, peças, hangares, aeroportos privados, condomínios aeronáuticos, treinamento, serviços especializados e diversos outros segmentos que dão suporte à operação. É um ciclo virtuoso que fortalece todo o ecossistema da aviação de negócios", afirma Flávio Pires.
Entre os segmentos que mais cresceram no primeiro semestre de 2026, os jatos executivos lideraram com alta de 12,5%. Na sequência aparecem os helicópteros a turbina, com crescimento de 7,6%, e os turboélices, que avançaram 7,1%.
Os indicadores reforçam o momento positivo vivido pelo setor e ajudam a explicar o ambiente de negócios encontrado na LABACE 2026, maior feira de aviação de negócios da América Latina, que ocorreu nesta semana no Aeroporto Campo de Marte, em São Paulo.
Em sua 21ª edição, a feira reuniu fabricantes de aeronaves, operadores aéreos, oficinas de manutenção, empresas de infraestrutura aeroportuária, prestadores de serviços, fornecedores de tecnologia e representantes de toda a cadeia da aviação de negócios. Ao longo dos três dias, o evento promoveu exposição estática de aeronaves, apresentações de produtos, encontros comerciais e oportunidades de networking entre empresas e operadores do Brasil e do exterior.
No primeiro semestre de 2026, a movimentação de aeronaves da aviação de negócios — considerando pousos e decolagens — cresceu 33%, o maior avanço registrado desde o período da pandemia, quando a redução das operações comerciais impulsionou a utilização da aviação geral.
A expectativa é que o segmento encerre o ano com aproximadamente 1,2 milhão de pousos e decolagens, superando o resultado de 2025, quando foram registrados 1,1 milhão de movimentos.
Outro indicador que reforça a expansão é o crescimento contínuo da frota nacional. Segundo Flávio Pires, o Brasil incorpora, em média, 650 aeronaves por ano à aviação de negócios há três anos e meio. Atualmente, o país possui uma frota de 11.362 aeronaves.
Para o CEO da ABAG, os números mostram que o mercado brasileiro entrou em uma nova fase de desenvolvimento.
"O crescimento da movimentação e da frota demonstra um amadurecimento da aviação de negócios no Brasil. Hoje, não estamos falando apenas da venda de aeronaves. Toda a cadeia cresce junto. A expansão do setor impulsiona investimentos em manutenção, peças, hangares, aeroportos privados, condomínios aeronáuticos, treinamento, serviços especializados e diversos outros segmentos que dão suporte à operação. É um ciclo virtuoso que fortalece todo o ecossistema da aviação de negócios", afirma Flávio Pires.
Entre os segmentos que mais cresceram no primeiro semestre de 2026, os jatos executivos lideraram com alta de 12,5%. Na sequência aparecem os helicópteros a turbina, com crescimento de 7,6%, e os turboélices, que avançaram 7,1%.
Os indicadores reforçam o momento positivo vivido pelo setor e ajudam a explicar o ambiente de negócios encontrado na LABACE 2026, maior feira de aviação de negócios da América Latina, que ocorreu nesta semana no Aeroporto Campo de Marte, em São Paulo.
Em sua 21ª edição, a feira reuniu fabricantes de aeronaves, operadores aéreos, oficinas de manutenção, empresas de infraestrutura aeroportuária, prestadores de serviços, fornecedores de tecnologia e representantes de toda a cadeia da aviação de negócios. Ao longo dos três dias, o evento promoveu exposição estática de aeronaves, apresentações de produtos, encontros comerciais e oportunidades de networking entre empresas e operadores do Brasil e do exterior.
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