sexta-feira, 11 de setembro de 2026

LATAM Cargo inicia transporte de cargas em Fernando de Noronha

A LATAM Cargo iniciou no dia 09 de setembro o transporte regular de cargas com origem e destino em Fernando de Noronha (PE). A operação usa a capacidade disponível nos compartimentos inferiores das aeronaves de passageiros que já conectam cinco vezes por semana o arquipélago ao Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos (GRU) e disponibiliza até 10 toneladas de capacidade de carga por semana.

O serviço permite o transporte de cargas que atendem aos requisitos ambientais e operacionais aplicáveis a Fernando de Noronha. A operação amplia as alternativas logísticas para o abastecimento da população local e das atividades relacionadas ao turismo, contribuindo para o transporte regular de itens essenciais e de outros produtos destinados ao arquipélago.

“Fernando de Noronha, por sua localização e características ambientais e operacionais específicas, demanda soluções logísticas adequadas à sua realidade. Ao utilizar de forma eficiente a capacidade já disponível em nossos voos de passageiros, ampliamos nossa atuação e passamos a oferecer uma alternativa regular para o transporte de cargas. É uma operação que pode contribuir especialmente para as atividades ligadas ao turismo e ao abastecimento local, inclusive com o envio de itens essenciais, sempre em conformidade com as regras aplicáveis ao território”, afirma Otavio Meneguette, diretor da LATAM Cargo Brasil.

OPERAÇÃO CONECTADA À MALHA DA LATAM CARGO

A operação conta com um terminal de cargas (TECA) da LATAM Cargo em Fernando de Noronha e permite embarques nos dois sentidos da rota: Guarulhos–Fernando de Noronha e Fernando de Noronha–Guarulhos. Os voos são realizados às segundas, quartas, quintas e sextas-feiras e aos domingos.

A nova operação integra a estratégia da LATAM Cargo de aproveitar a capacidade disponível nos porões das aeronaves de passageiros para ampliar a conectividade logística do país. O modelo permite atender novos mercados utilizando voos regulares já existentes, com maior eficiência no uso da infraestrutura e da malha aérea.

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