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domingo, 10 de maio de 2020

PostHeaderIcon Aerolíneas Argentinas e Austral darão início ao processo de fusão

No dia 05 de maio, através de uma carta dirigida aos trabalhadores de ambas as companhias, o presidente do grupo empresarial, Pablo Ceriani, anunciou a fusão da Aerolíneas Argentinas e Austral.

Na carta, se explica que “A crise mundial provocada pelo COVID 19 impactou em cheio a indústria aerocomercial e não sabemos quanto durará esta situação. Tudo indica que ainda restam vários meses críticos pela frente, meses sem ingressos, nem operações regulares; o que significa um tremendo impacto para nossa indústria e a economia em geral. Sem ingressos, e reitero, não sabemos por quanto tempo, muitas empresas aéreas na região e no mundo desaparecerão.”

E continua: “O esforço que o Estado Nacional realiza para sustentar a companhia está à margem de ser impossível. Esse esforço é de toda a sociedade e, agora, essa sociedade demanda com urgência a ajuda estatal para sobreviver diante desta pandemia que assola a humanidade.

O Estado investe em sua linha aérea de bandeira porque esta gera benefícios econômicos e sociais que multiplicam o investimento realizado. Mas diante de uma crise tão profunda, os investimentos benéficos precisam se ajustar às prioridades.”

A fusão permitirá a criação de uma nova unidade de negócios para oferecer manutenção de aeronaves a outras empresas e atores da indústria com uma lógica independente e que aproveitará a reputação ganha pela companhia em matéria de segurança, das certificações internacionais com as que conta e da infraestrutura que possui.

De igual forma, se avançará na criação de uma unidade de negócios de carga, que aproveitará a experiência adquirida pela companhia em seus voos cargueiros a Xangai e que por sua vez liquida uma antiga dívida pendente da companhia enquanto ao desenvolvimento de uma unidade específica para o transporte de mercadoria.

“Resulta necessário que a companhia opere com sua máxima eficiência. Em algumas áreas alcançamos e em outras ainda conservamos ineficiências que não pudemos resolver, improdutividades estruturais que arrastamos há muitíssimos anos. Temos que atacar essas improdutividades, operar com a eficiência geral da indústria e adotar suas melhores práticas. Isto é um dever moral de todos nós.”, expressa a missiva.

Por último, a carta explica que “Temos um plano de grandeza, crescimento e transformação da companhia. Mas esse crescimento e desenvolvimento somente pode materializar-se sobre um esquema de trabalho eficiente e sustentável. Se não conseguimos adotar as melhores práticas da indústria, não tem sentido crescer e o destino da companhia não será o que sonhamos, mas sim todo o contrário. As companhias que não se adaptam às necessidades de seus tempos desaparecem. Seguramente, esse será o destino da Aerolíneas Argentinas se não estamos à altura das circunstâncias.”

Hoje, a companhia conta com uma área de manutenção específica para atender os aviões que pertencem à Aerolíneas Argentinas e outra para os aviões da Austral. Ainda assim, pilotos, tripulantes de cabine e em menor medida, o pessoal de terra também formam parte de uma das duas empresas, duplicando assim estruturas organizacionais.

Cabe mencionar que o processo começará uma vez que a assembleia de acionistas se reúna, e se calcula que estará concluído até o fim do ano.

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