No Movimento ARA – Todas as Amazônias sob o Mesmo Céu Azul - estão os produtores com os artesãos, extrativistas, agricultores familiares e empreendedores que dependem da floresta em pé para viver. Para apoiar esse trabalho, a Azul, maior companhia aérea do Brasil em número de cidades atendidas e de rotas domésticas diretas, utiliza uma malha que alcança 68 destinos na região, com mais de 180 voos diários, garantindo que a produção local da Amazônia Legal chegue ao mercado com agilidade, segurança e alcance nacional.
Ao conectar comunidades remotas aos grandes centros urbanos, a Azul facilita o acesso a serviços essenciais, amplia oportunidades e fortalece a competitividade de quem vive da floresta. Para muitos empreendedores amazônicos, os desafios logísticos, especialmente o alto custo do transporte, impediam incluir seus produtos em mercados de maior escala.
Com a ajuda da malha aérea da Azul e do suporte do ARA, itens produzidos no meio da floresta agora chegam a todo o Brasil e ao exterior de forma rápida e eficiente. Isso significa renda, permanência no território e incentivo direto à preservação.
Aliada a descontos de até 80% no frete aéreo por meio da Azul Cargo, o Movimento já proporcionou mais de R$ 5 milhões em economia para os produtores desde 2022. O impacto ambiental é igualmente significativo: o movimento contribuiu para a preservação de 40 milhões de hectares de floresta, área equivalente ao território de Portugal, reforçando a sociobioeconomia como caminho para o desenvolvimento sustentável da região.
Criado em 2022, o Movimento ARA combina conectividade aérea, inovação logística e conservação ambiental e impacto social com propósito. O programa transportou mais de 100 toneladas de produtos sustentáveis, beneficiando diretamente mais de 2 mil famílias que atuam em cadeias produtivas diversas: de castanhas, chocolates e geleias a ingredientes cosméticos, artesanato, fitoterápicos e mobiliário.
“O ARA nasceu para conectar pessoas, culturas e oportunidades. Quando colocamos a nossa malha aérea a serviço dos produtores amazônicos, mostramos que desenvolvimento e preservação podem, e devem, caminhar juntos”, afirma Filipe Alvarez, Gerente de Governança e Sustentabilidade da Azul.
(Foto: Guilherme Ramos)








.jpeg)


.jpg)










.jpeg)
