Estreia nesta quarta-feira (dia 21) o primeiro dos quatro episódios da série de videocasts da Abraciclo - Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares. A produção, disponível nos canais da entidade no YouTube e no Spotify, reúne convidados que marcaram a trajetória da associação e do setor de duas rodas no Brasil, relembrando momentos históricos, discutindo os desafios enfrentados ao longo das últimas cinco décadas e refletindo sobre as perspectivas para o futuro.
Com mediação do jornalista, escritor e fundador do Centro Cultural Movimento - CCM, Carlãozinho Coachman, os participantes revisitam os primeiros passos da Abraciclo e compartilham experiências que ajudam a retratar suas principais contribuições para o desenvolvimento da indústria de duas rodas no País. Ao longo dos episódios, também abordam temas como inovação, tecnologia, mobilidade, sustentabilidade e os desafios que deverão marcar os próximos anos da associação e do setor.
No primeiro episódio, intitulado “A Evolução da Motocicleta”, Roberto Agresti (jornalista), Waldyr Ferreira (Head da Bajaj e da KTM do Brasil) e Eduardo Sambuichi (diretor de Divisão de Produto da Yamaha) discutem os avanços tecnológicos das motocicletas produzidas no Brasil, destacando os avanços em segurança, qualidade e respeito ao meio ambiente. Durante o bate-papo, mostram como as fabricantes vêm investindo continuamente em inovação para atender às novas demandas dos consumidores, oferecendo produtos cada vez mais modernos, seguros e eficientes.
A bicicleta é o tema central do segundo episódio, denominado “A Evolução da Bicicleta”, que conta com a participação de Renata Falzoni (vereadora da cidade de São Paulo, arquiteta, urbanista e jornalista), Marcos Ribeiro (diretor de Marketing, Comercial e Produtos da Caloi) e David Peterle (CEO da OX Bike). Os convidados destacam que pedalar faz parte da rotina de milhões de brasileiros e ressaltam os investimentos contínuos da indústria em inovação e no desenvolvimento de produtos que ampliam as alternativas de mobilidade sustentável. Outro destaque é o crescimento da oferta de bicicletas elétricas, impulsionado pelos avanços tecnológicos e pela busca dos consumidores por meios de transporte mais práticos, eficientes e ambientalmente responsáveis.
O terceiro episódio, “A Ascensão do Público Feminino”, aborda o crescimento da participação feminina no universo das duas rodas. Atualmente, há mais mulheres pilotando motocicletas e ocupando posições nas fabricantes instaladas no Polo Industrial de Manaus - PIM. Participam desse encontro Eliana Malizia (jornalista, fundadora do Aceleradas Experience, Pilotagem para Mulheres e do site Acelerada), Giovana do Vale (gerente de Marketing da Yamaha) e Livia Cunha (supervisora de Marketing da Honda). As convidadas compartilham suas trajetórias e refletem sobre os avanços da presença feminina no setor, além dos desafios para ampliar a diversidade e a inclusão na indústria.
O quarto e último episódio da série, “A Criação do Polo de Duas Rodas de Manaus”, reúne Ryo Harada (jornalista e ex-executivo da indústria), Lourival Barros (Head de Produção, Qualidade e Logística da Moto Honda da Amazônia); Afonso Cagnino, Genoir Pierosan e Julio Koga (executivos seniores da indústria de duas rodas); e Sergio Oliveira (diretor-executivo da Abraciclo). Durante a conversa, os convidados relembram a criação do Polo Industrial de Manaus (PIM) voltado ao setor de duas rodas, a fundação da Abraciclo, a chegada de novas fabricantes e a contribuição da indústria para o desenvolvimento socioeconômico da região, a geração de empregos e o fortalecimento da indústria nacional.
Os episódios completos estarão disponíveis nos canais da Abraciclo no YouTube (@Abraciclo) e no Spotify (Abraciclo). O público também poderá acompanhar os principais momentos de cada episódio em formatos de reels e shorts, publicados no perfil da associação no Instagram.
terça-feira, 20 de outubro de 2026
Delta investe em plataforma coberta e acessível no Aeroporto de São Paulo/Guarulhos
Neste mês de outubro, a Delta Air Lines começou a operar uma nova plataforma de embarque remoto no Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos (GRU), tornando-se a única companhia aérea do aeroporto a oferecer essa solução inovadora aos passageiros.
Com investimento de US$ 230 mil e desenvolvida para facilitar o embarque em posições remotas, a nova plataforma oferece um trajeto coberto entre o transporte terrestre e a aeronave. Ao substituir as escadas por uma rampa, o equipamento cria um percurso mais contínuo até
o avião para pessoas com mobilidade reduzida, famílias com crianças pequenas e outros clientes que possam ter dificuldade para se movimentar utilizando escadas.
Mais do que uma nova estrutura de embarque, a plataforma representa uma aplicação prática da inovação para solucionar um desafio específico da jornada do cliente. A iniciativa elimina uma barreira física e oferece mais autonomia, dignidade e previsibilidade aos passageiros que embarcam em posições remotas no aeroporto internacional mais movimentado do Brasil.
“Para a Delta, inovar também significa identificar momentos da jornada que podem ser mais simples, acessíveis e humanos”, afirma o gerente geral de Vendas da Delta Air Lines no Brasil, Ricardo de Oliveira. “Essa plataforma responde a uma necessidade específica da nossa operação em Guarulhos, tornando o embarque remoto mais protegido, previsível e confortável. Ela reflete nosso compromisso contínuo de investir em soluções que aprimorem a experiência do cliente, mantendo a segurança como prioridade em tudo o que fazemos”.
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Trabalho contínuo para tornar as viagens mais acessíveis
A iniciativa em Guarulhos faz parte da estratégia mais ampla da Delta para tornar as viagens cada vez mais acessíveis. Há quase três décadas, o Conselho Consultivo sobre Deficiência e Viagens Acessíveis da companhia reúne pessoas com experiência direta em diferentes tipos de deficiência para contribuir com o desenvolvimento de treinamentos, processos e melhorias na experiência do cliente.
A Delta também vem ampliando os recursos de acessibilidade ao longo da jornada a bordo, incluindo legendas para filmes e séries nas telas individuais dos assentos e um mapa de voo com alto contraste, desenvolvido para facilitar a visualização por passageiros com baixa visão.
Os clientes que precisam de assistência para locomoção podem solicitá-la no site delta.com, por meio da seção Serviços Acessíveis, em Minhas Viagens, ou pelo aplicativo Fly Delta. A companhia recomenda que passageiros que viajam com cadeira de rodas, scooter ou outro dispositivo de mobilidade informem suas necessidades de assistência e os detalhes do equipamento com pelo menos 48 horas de antecedência, para que as equipes possam preparar o suporte adequado.
(Fotos: Divulgação)
Gulfstream avança com o programa de testes de voo do G400 com o primeiro voo da aeronave equipada e novo recorde de velocidade estabelecido a caminho do NBAA-BACE
A Gulfstream Aerospace Corp. anunciou dois marcos importantes para o Gulfstream G400: o primeiro voo da aeronave de teste totalmente equipada do programa e um novo recorde de velocidade entre cidades, alcançado utilizando uma mistura de combustível de aviação sustentável (SAF) a caminho da Convenção e Exposição de Aviação Executiva da NBAA de 2026 (NBAA-BACE) em Las Vegas. Juntas, essas conquistas demonstram a crescente maturidade do programa G400 e o progresso contínuo rumo à certificação.
O G400 totalmente equipado completou seu primeiro voo partindo do Aeroporto Dallas Love Field, com duração de 2 horas e 46 minutos, atingindo uma altitude de 48.000 pés. A aeronave possui configuração para 11 passageiros, distribuídos em duas áreas e meia de estar, e é dedicada à avaliação dos sistemas de cabine em altitude, bem como ao teste de funcionalidade e conforto durante o voo.
A caminho de Las Vegas para o NBAA-BACE, uma das três aeronaves experimentais de teste G400 estabeleceu um novo recorde de velocidade entre cidades, partindo de Miami e completando o voo em 4 horas e 8 minutos a uma velocidade média de Mach 0,89. Voando com uma mistura de combustível de aviação suplementar (SAF), a missão demonstrou ainda mais a combinação de velocidade, alcance e eficiência da aeronave.
“O primeiro voo do nosso G400 equipado e este mais recente recorde de velocidade refletem a disciplina, a experiência e o ímpeto por trás do programa”, disse Mark Burns, presidente da Gulfstream. “Com a maior cabine da sua classe, o G400 oferece aos clientes um ambiente nunca antes visto nesta categoria, e estamos entusiasmados em continuar a aprimorar o acabamento interior enquanto preparamos esta aeronave excepcional para entrar em serviço.”
Além disso, o programa G400 concluiu uma ampla gama de missões, incluindo testes em grandes altitudes em Telluride, Colorado, e testes em clima frio em Iqaluit, Canadá, entre outros esforços de validação.
“A aeronave continua apresentando um desempenho excepcional à medida que avançamos no rigoroso programa de certificação”, disse Burns. “Cada etapa reforça o desempenho, o conforto da cabine e a versatilidade que os clientes experimentarão com esta aeronave notável.”
A aeronave experimental de testes G400 e a maquete da cabine estão em exibição na NBAA-BACE, juntamente com os ultralongos Gulfstream G700 e Gulfstream G800, os premiados Gulfstream G500 e Gulfstream G600, e a novíssima maquete do Gulfstream G300, oferecendo aos participantes a oportunidade de experimentar em primeira mão a próxima geração de aeronaves executivas da Gulfstream.
O G400 totalmente equipado completou seu primeiro voo partindo do Aeroporto Dallas Love Field, com duração de 2 horas e 46 minutos, atingindo uma altitude de 48.000 pés. A aeronave possui configuração para 11 passageiros, distribuídos em duas áreas e meia de estar, e é dedicada à avaliação dos sistemas de cabine em altitude, bem como ao teste de funcionalidade e conforto durante o voo.
A caminho de Las Vegas para o NBAA-BACE, uma das três aeronaves experimentais de teste G400 estabeleceu um novo recorde de velocidade entre cidades, partindo de Miami e completando o voo em 4 horas e 8 minutos a uma velocidade média de Mach 0,89. Voando com uma mistura de combustível de aviação suplementar (SAF), a missão demonstrou ainda mais a combinação de velocidade, alcance e eficiência da aeronave.
“O primeiro voo do nosso G400 equipado e este mais recente recorde de velocidade refletem a disciplina, a experiência e o ímpeto por trás do programa”, disse Mark Burns, presidente da Gulfstream. “Com a maior cabine da sua classe, o G400 oferece aos clientes um ambiente nunca antes visto nesta categoria, e estamos entusiasmados em continuar a aprimorar o acabamento interior enquanto preparamos esta aeronave excepcional para entrar em serviço.”
Além disso, o programa G400 concluiu uma ampla gama de missões, incluindo testes em grandes altitudes em Telluride, Colorado, e testes em clima frio em Iqaluit, Canadá, entre outros esforços de validação.
“A aeronave continua apresentando um desempenho excepcional à medida que avançamos no rigoroso programa de certificação”, disse Burns. “Cada etapa reforça o desempenho, o conforto da cabine e a versatilidade que os clientes experimentarão com esta aeronave notável.”
A aeronave experimental de testes G400 e a maquete da cabine estão em exibição na NBAA-BACE, juntamente com os ultralongos Gulfstream G700 e Gulfstream G800, os premiados Gulfstream G500 e Gulfstream G600, e a novíssima maquete do Gulfstream G300, oferecendo aos participantes a oportunidade de experimentar em primeira mão a próxima geração de aeronaves executivas da Gulfstream.
Daher Aircraft entrega o primeiro Kodiak 900 para a Europa
A Daher Aircraft anunciou a entrega de um Kodiak 900 aos proprietários suíços Roland e Claudia Primus, que usarão a aeronave em voos de aventura para pequenos aeródromos – incluindo ciclismo de montanha nos Alpes e Pirineus, surfe e wing foil no Mediterrâneo e no Mar Báltico, trekking e exploração do norte da Europa, bem como esqui de montanha ao longo da costa oeste da Groenlândia.
Esta entrega marca a introdução do Kodiak 900, maior e mais rápido, no mercado europeu. O marco foi destacado durante a conferência de imprensa da Daher Aircraft na Convenção e Exposição de Aviação Executiva da NBAA (NBAA-BACE) em Las Vegas, onde a empresa está exibindo sua linha de produtos com motores turboélice, incluindo um Kodiak 900 e um TBM 980.
A família Primuse está trocando seu Cessna 182 pelo Kodiak 900, que ficará baseado no Aeródromo de Bad Ragaz (LSZE), na Suíça, com uma pista de 495 metros (1.624 pés). A nova aeronave foi entregue no início deste mês na fábrica da Daher Aircraft em Sandpoint, Idaho, onde o Kodiak 900 e o Kodiak 100 Série III são fabricados e montados.
“Após analisarmos as diversas soluções de produtos, o Kodiak 900 se mostrou a escolha perfeita para nós”, explicou Roland Primus. “Queríamos fazer a transição para uma aeronave com motor a turbina, e o Kodiak 900 atendia a todos os nossos requisitos de velocidade e desempenho, além da capacidade de operar em pistas de grama e cascalho. Suas capacidades de decolagem e pouso curtos (STOL) – bem como sua estabilidade em velocidades próximas à de estol – também são importantes para o nosso perfil de missão.”
A configuração de asa alta do Kodiak 900 proporciona excelente visibilidade externa, algo muito valorizado pelo casal em voos de aventura. Como Primus descreveu, voar com ele é “o oposto de viajar do ponto A ao ponto B”. Além disso, a cabine espaçosa do Kodiak 900 oferece lugar para bicicletas de montanha, equipamentos de windsurf e os apetrechos necessários para expedições no norte da Europa.
Nicolas Chabbert, CEO da Daher Aircraft, acrescentou: “O Kodiak abre um mundo de possibilidades para proprietários que desejam que sua aeronave faça parte de um estilo de vida aventureiro. Os Primuses são um excelente exemplo de como o Kodiak 900 combina a capacidade STOL e as excelentes características de manuseio do Kodiak 100 com uma cabine maior e uma velocidade de cruzeiro mais alta – aproximando-os, e mais rapidamente, dos lugares e experiências que buscam.”
O Kodiak 900 de 10 lugares incorpora uma extensão de fuselagem de 1,19 metro (3,9 pés) em relação ao Kodiak 100, aumentando o volume da cabine em mais de 20%, para 8,77 metros cúbicos (309 pés cúbicos).
Equipado com um motor turboélice Pratt & Whitney PT6A-140A de 900 cavalos de potência no eixo, o Kodiak 900 atinge uma velocidade máxima de cruzeiro de 210 KTAS. Aprimoramentos aerodinâmicos, incluindo carenagens das rodas do trem de pouso e fluxo de ar otimizado através dos dutos, entradas e tomadas de ar, ajudam a reduzir o arrasto e proporcionam maior velocidade em comparação com o Kodiak 100.
Uma hélice de cinco pás em material composto, de velocidade constante e com capacidade de embandeiramento total, acionada hidraulicamente pela Hartzell Propeller, contribui para o baixo nível de ruído de 79,5 dB do Kodiak 900. O design da hélice e a rotação reduzida de 1.900 rpm permitem que a aeronave opere em áreas com restrições de ruído rigorosas.
O Kodiak 900 também oferece economia operacional aprimorada, com uma redução de nove por cento no consumo específico de combustível. Os ganhos de eficiência podem atingir percentuais de dois dígitos em comparação com aeronaves concorrentes, reduzindo tanto o custo por assento-milha quanto os custos operacionais diretos.
Apresentado em 2022, o Kodiak 900 expandiu a linha de produtos Kodiak com uma combinação de maior velocidade de cruzeiro, maior volume de cabine e a robustez operacional que define a aeronave. A aeronave recém-entregue é o 35º Kodiak 900 produzido. Os operadores variam de proprietários privados e empresariais a usuários multimissão que utilizam a aeronave para segurança pública, aplicação da lei, combate a incêndios florestais e outras funções especializadas.
O Kodiak 900 junta-se ao Kodiak 100, que realizou seu primeiro voo em 2004 e desde então consolidou uma presença global na aviação executiva, utilitária e multimissão. Ambos os modelos continuam em produção na fábrica da Daher Aircraft em Sandpoint.
A Daher Aircraft adquiriu a linha de produtos Kodiak em 2019. Desde então, a empresa lançou o Kodiak 900 e o Kodiak 100 Série III aprimorado, além de investir em capacidade de produção e montagem em Sandpoint. Um total combinado de mais de 400 aeronaves Kodiak 100/Kodiak 900 foram entregues até o momento.
A linha de produtos Kodiak foi integrada à rede mundial de suporte ao cliente da Daher Aircraft, juntamente com a série de aeronaves pressurizadas TBM de seis lugares da empresa, que já registrou mais de 1.300 entregas.
segunda-feira, 19 de outubro de 2026
Airbus prevê necessidade de 2.720 novas aeronaves na América Latina
A frota comercial de passageiros na América Latina deve saltar de 1.550 para 2.770 aeronaves até 2045, segundo a mais recente previsão de mercado da Airbus (Global Market Forecast 2026-2045). Entre os principais fatores que impulsionam o crescimento das viagens aéreas na região estão o desenvolvimento econômico, as altas taxas de urbanização e a expansão da classe média.
A descentralização populacional tem gerado novos centros urbanos, viabilizando a abertura de rotas inéditas operadas por aeronaves de última geração e expande a malha aérea do continente.
A demanda regional será amplamente dominada por aeronaves de corredor único (single-aisle), que somarão 2.520 novas entregas, enquanto os modelos de fuselagem larga (widebody) responderão por 200 aeronaves. Do total, 1.220 aviões serão destinados à expansão direta das frotas e 1.500 substituirão modelos de gerações anteriores. Impulsionada pelo avanço do tráfego de passageiros, a transição para aeronaves de última geração segue em ritmo acelerado. Atualmente, 44% da frota em operação na América Latina é composta por modelos modernos. A expectativa é que esse índice alcance 94% até 2035, auxiliando as companhias aéreas na otimização de custos e na redução das emissões de CO₂.
A propensão para viajar de avião também deve crescer expressivamente na região. A estimativa é que o número de viagens por pessoa no Brasil, Chile e México dobre ou mais do que dobre no período, com Colômbia e Argentina registrando trajetórias semelhantes. No geral, o tráfego de Origem e Destino na América Latina deve crescer 3,7% ao ano nas próximas duas décadas, impulsionado pelo mercado doméstico (4% ao ano) e pelo aumento de 3,3% ao ano nas rotas entre países da América Latina e Caribe. Com mais de 1.400 aeronaves vendidas na América Latina e Caribe, a Airbus consolida sua liderança de mercado em aviões comerciais em serviço na região. Hoje, mais de 900 aeronaves da marca estão em operação na região, além de um backlog com cerca de 450 unidades.
A descentralização populacional tem gerado novos centros urbanos, viabilizando a abertura de rotas inéditas operadas por aeronaves de última geração e expande a malha aérea do continente.
A demanda regional será amplamente dominada por aeronaves de corredor único (single-aisle), que somarão 2.520 novas entregas, enquanto os modelos de fuselagem larga (widebody) responderão por 200 aeronaves. Do total, 1.220 aviões serão destinados à expansão direta das frotas e 1.500 substituirão modelos de gerações anteriores. Impulsionada pelo avanço do tráfego de passageiros, a transição para aeronaves de última geração segue em ritmo acelerado. Atualmente, 44% da frota em operação na América Latina é composta por modelos modernos. A expectativa é que esse índice alcance 94% até 2035, auxiliando as companhias aéreas na otimização de custos e na redução das emissões de CO₂.
A propensão para viajar de avião também deve crescer expressivamente na região. A estimativa é que o número de viagens por pessoa no Brasil, Chile e México dobre ou mais do que dobre no período, com Colômbia e Argentina registrando trajetórias semelhantes. No geral, o tráfego de Origem e Destino na América Latina deve crescer 3,7% ao ano nas próximas duas décadas, impulsionado pelo mercado doméstico (4% ao ano) e pelo aumento de 3,3% ao ano nas rotas entre países da América Latina e Caribe. Com mais de 1.400 aeronaves vendidas na América Latina e Caribe, a Airbus consolida sua liderança de mercado em aviões comerciais em serviço na região. Hoje, mais de 900 aeronaves da marca estão em operação na região, além de um backlog com cerca de 450 unidades.
TAAG assume presidência da AASA e Angola sediará Assembleia Geral de 2027
A TAAG Linhas Aéreas de Angola alcançou mais um importante marco no fortalecimento de sua presença e influência no setor de aviação africano. Durante a 56ª Assembleia Geral Anual da Airlines Association of Southern Africa (AASA), realizada em outubro, nas Ilhas Maurício, o CEO da companhia, Miguel Carneiro, foi eleito presidente da associação para o mandato 2026/2027.
A AASA é a principal associação das companhias aéreas da África Austral, reunindo companhias aéreas, aeroportos, órgãos reguladores e parceiros estratégicos do setor para promover a cooperação regional, a conectividade aérea, a segurança operacional e o desenvolvimento sustentável do transporte aéreo.
Durante o mesmo evento, também foi anunciado que Angola sediará a 57ª Assembleia Geral da AASA, prevista para outubro de 2027. As duas conquistas representam um importante reconhecimento do papel crescente da TAAG na aviação africana e ampliam a visibilidade de Angola entre os principais representantes e tomadores de decisão do setor.
A presidência da associação permitirá à TAAG ampliar sua participação nos debates e iniciativas que contribuem para definir o futuro da aviação regional, fortalecendo sua posição junto a companhias aéreas, órgãos reguladores e parceiros internacionais.
A realização da próxima Assembleia Geral em Angola também será uma oportunidade para promover o país, dar visibilidade aos avanços do setor aeronáutico nacional e destacar o papel da TAAG como uma das principais companhias aéreas da região.
A eleição e a escolha de Angola como sede do próximo encontro anual da AASA demonstram a confiança do setor no processo de transformação da TAAG e na contribuição que a companhia pode oferecer para o desenvolvimento da aviação no continente africano.
A AASA é a principal associação das companhias aéreas da África Austral, reunindo companhias aéreas, aeroportos, órgãos reguladores e parceiros estratégicos do setor para promover a cooperação regional, a conectividade aérea, a segurança operacional e o desenvolvimento sustentável do transporte aéreo.
Durante o mesmo evento, também foi anunciado que Angola sediará a 57ª Assembleia Geral da AASA, prevista para outubro de 2027. As duas conquistas representam um importante reconhecimento do papel crescente da TAAG na aviação africana e ampliam a visibilidade de Angola entre os principais representantes e tomadores de decisão do setor.
A presidência da associação permitirá à TAAG ampliar sua participação nos debates e iniciativas que contribuem para definir o futuro da aviação regional, fortalecendo sua posição junto a companhias aéreas, órgãos reguladores e parceiros internacionais.
A realização da próxima Assembleia Geral em Angola também será uma oportunidade para promover o país, dar visibilidade aos avanços do setor aeronáutico nacional e destacar o papel da TAAG como uma das principais companhias aéreas da região.
A eleição e a escolha de Angola como sede do próximo encontro anual da AASA demonstram a confiança do setor no processo de transformação da TAAG e na contribuição que a companhia pode oferecer para o desenvolvimento da aviação no continente africano.
Azul Conecta inicia vendas para novos voos regionais em Santa Catarina
A Azul já está com as passagens à venda para os voos regionais que serão operados pela Azul Conecta dentro do Programa VOA+ SC, iniciativa do Governo de Santa Catarina para ampliar a conectividade aérea no estado. A operação começa em 3 de novembro, com o primeiro voo entre Florianópolis e Joaçaba, e terá a capital catarinense como principal ponto de conexão da nova malha regional.
A nova operação vai aproximar Florianópolis de diferentes regiões de Santa Catarina e permitirá deslocamentos entre cidades do interior. Na primeira etapa, o programa contempla Blumenau, Caçador, Correia Pinto, Forquilhinha, Joaçaba, Joinville, Lages e São Miguel do Oeste, além de ligações entre Joinville e Jaguaruna e entre Correia Pinto e São Miguel do Oeste. Ao todo, são dez cidades envolvidas na primeira fase, considerando Florianópolis como o ponto central da operação.
“A aviação regional tem um papel importante quando consegue transformar horas de deslocamento em uma viagem mais simples e eficiente. O VOA + SC amplia essa possibilidade dentro de Santa Catarina e cria novas conexões entre cidades que têm forte atividade econômica, turística e de serviços. Para a Azul Conecta, participar desse projeto também reforça nossa experiência em conectar mercados regionais aos grandes centros do país”, afirma Vitor Silva, diretor-presidente da Azul Conecta.
Além do transporte de passageiros, a iniciativa também contempla a movimentação de cargas, ampliando as possibilidades de conexão entre diferentes regiões do estado e contribuindo para a logística de pequenos e médios negócios, cadeias produtivas, comércio, serviços e do setor de saúde.
“Dez cidades estão envolvidas nesta primeira etapa do Programa, diminuindo o tempo de deslocamento entre as cidades do interior com a Capital do estado. O aeroporto HUB é Florianópolis e a partir dele, os interessados poderão se conectar com o Brasil e com o mundo. Outro diferencial do programa é que o valor das passagens inclui, serviço de bordo e o despacho gratuito de bagagem de mão e uma mala até 23 quilos”, explica o secretário de Portos, Aeroportos e Ferrovias, Ivan Amaral.
Com o início dos voos se aproximando, a Azul Conecta conclui as etapas necessárias para a implantação da operação, que envolvem preparação operacional, integração de sistemas, avaliação das estruturas aeroportuárias e treinamento das equipes. A Companhia utilizará aeronaves Cessna Grand Caravan, modelo empregado pela empresa em operações de aviação regional.
A nova operação vai aproximar Florianópolis de diferentes regiões de Santa Catarina e permitirá deslocamentos entre cidades do interior. Na primeira etapa, o programa contempla Blumenau, Caçador, Correia Pinto, Forquilhinha, Joaçaba, Joinville, Lages e São Miguel do Oeste, além de ligações entre Joinville e Jaguaruna e entre Correia Pinto e São Miguel do Oeste. Ao todo, são dez cidades envolvidas na primeira fase, considerando Florianópolis como o ponto central da operação.
“A aviação regional tem um papel importante quando consegue transformar horas de deslocamento em uma viagem mais simples e eficiente. O VOA + SC amplia essa possibilidade dentro de Santa Catarina e cria novas conexões entre cidades que têm forte atividade econômica, turística e de serviços. Para a Azul Conecta, participar desse projeto também reforça nossa experiência em conectar mercados regionais aos grandes centros do país”, afirma Vitor Silva, diretor-presidente da Azul Conecta.
Além do transporte de passageiros, a iniciativa também contempla a movimentação de cargas, ampliando as possibilidades de conexão entre diferentes regiões do estado e contribuindo para a logística de pequenos e médios negócios, cadeias produtivas, comércio, serviços e do setor de saúde.
“Dez cidades estão envolvidas nesta primeira etapa do Programa, diminuindo o tempo de deslocamento entre as cidades do interior com a Capital do estado. O aeroporto HUB é Florianópolis e a partir dele, os interessados poderão se conectar com o Brasil e com o mundo. Outro diferencial do programa é que o valor das passagens inclui, serviço de bordo e o despacho gratuito de bagagem de mão e uma mala até 23 quilos”, explica o secretário de Portos, Aeroportos e Ferrovias, Ivan Amaral.
Com o início dos voos se aproximando, a Azul Conecta conclui as etapas necessárias para a implantação da operação, que envolvem preparação operacional, integração de sistemas, avaliação das estruturas aeroportuárias e treinamento das equipes. A Companhia utilizará aeronaves Cessna Grand Caravan, modelo empregado pela empresa em operações de aviação regional.
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